Brasil e a crise moral
Desde sua formação, o território, mesmo antes em se tornar um país ,as características que
Hoje encontramos, inclusive pela crise a qual passamos, nada é novidade, foram muitas as crises e muitos o que delas discorreram ao longo de nossa História.
A formação Politica de nossa História, sempre fora pautada, nesta confusa divisão do que é público e privado.
Desde as primeiras caravelas que aqui aportaram para colonizar,a formação das Capitanias Hereditárias,os poderes paralelos que dai surgiram,e a exclusão dos sem posse, o que perdurou durante a economia baseada na Cana,no Ouro. O Patrimonialismo,Clientelismo,o Mandonismo, sempre foram a tônica de como o Brasil era administrado, e a continuação da exclusão social,da falta de cidadania, fator de stream importância para a formação de uma nação, mas quando tal fator não chega sequer a ser negado, pois não existira, no período Colonial, ,Imperial,República Velha,Era Vargas, nunca havia se escutado a voz popular, alguns se dispuseram a tal, mas foram calados,o dito cidadão se encontra num vazio,perplexo,sem ao menos saber sobre o que se reinvindicar,seja no breve momento de 1946-64,onde outra pausa ditatorial de 20 anos se fez presente com os Militares no poder de 1964 á 1985. Não se criou uma cultura de participação popular, se pensarmos bem, unindo os períodos Democráticos, temos um pouco mais de meio século ,isto espaçado, no processo político, e democrático, e claro . E antes que esqueçamo-nos nas coligações, ahhhhh, essa velha prática ainda hoje
utilizada,nela vemos partidos,meios de comunicação,e a tal da Reforma e transformação,isso ainda fica pra depois. O leitor pode dizer,mas hoje se tem mais informação que se tinha antes, o que é correto. Porém,não podemos esquecer que informação, não necessariamente significa conteúdo,e que mais de 70 milhões de brasileiros não têm acesso á Internet, o que dá por volta de 42% da população,40milhoes,não tem acesso á água potável,25 milhões,vivem na linha da pobreza, algo em torno de 25,4% dos brasileiros,22%, ou 45,5 milhões, 1/5 da população vivem abaixo da linha da pobreza.
utilizada,nela vemos partidos,meios de comunicação,e a tal da Reforma e transformação,isso ainda fica pra depois. O leitor pode dizer,mas hoje se tem mais informação que se tinha antes, o que é correto. Porém,não podemos esquecer que informação, não necessariamente significa conteúdo,e que mais de 70 milhões de brasileiros não têm acesso á Internet, o que dá por volta de 42% da população,40milhoes,não tem acesso á água potável,25 milhões,vivem na linha da pobreza, algo em torno de 25,4% dos brasileiros,22%, ou 45,5 milhões, 1/5 da população vivem abaixo da linha da pobreza.
Tendo estes dados em vista, podemos dizer que a formação e o crescimento do país, se deu forma conservadora, um país onde a grande maioria passa e literalmente morre de fome, não teria condições
de lutar por condições que primeiramente não sejam a básica de sobrevivência.
de lutar por condições que primeiramente não sejam a básica de sobrevivência.
Somos ainda o país do jeitinho,onde burlar só um pouquinho não faz mal,onde a vantagem é sinônimo devsucesso o país da falta do diálogo, onde quem pensa diferente pode ser ameaçador e ameaçado, afinal a pratica da cidadania ainda e muito recente em seu tempo histórico . O importante é o sucesso, a vitória. E nessa onde vem os desvios bilionários,os escândalos políticos, devo dizer que o povo tem o governante que merece, mas o governante tem o povo que o espelha.
Numa sociedade onde o local público, seja nas ruas ou hoje na Internet, passarmos a ser tolhidos pela nossa diferença, é o mesmo que dizer amém á tudo o que se vem o correndo,é o mesmo que legitimar. O. mundo é aquilo que imaginamos,independente de ser o certo ou não, mas são dos atos que ele pode se transformar, ou não.